| Olá, sou o orgulho dos meus pais, o Hugo e a Carla Cecília. Noto que eles estiveram relativamente calmos quanto ao meu nascimento. Mesmo agora que tenho comportamentos “fora do normal”, eles não entram em pânico. Soa-me que as aulas de preparação para o parto no In Utero são a culpa de eu não conseguir tirá-los do sério. Já tentei de tudo, mas eles ou ligam o secador de cabelo e eu calo-me, ou dão-me o peito e eu calo-me… Mas o que “bateu os pontos todos” foi quando tentei estragar-lhes uma bela noite de sono e eles literalmente enrolaram-me numa manta… fiquei tão atónita que… calei-me!! Deixo aqui o meu manifesto em como vos culpo por não conseguir dar cabo da paciência aos meus pais. Parece que eles vos estão muito agradecidos!!! Hugo, Carla e Maria Miguel |
Maria Miguel 26.10.2009 |
| Pois é verdade!! Já nasci à algum tempo, mas só agora arranjei uma folguinha da maminha de minha mãe para vos vir escrever. Eu, a minha mãe e o meu pai queremos agradecer ao In Utero por nos terem ajudado na preparação para o meu nascimento; foram momentos muito importantes que prepararam os meus papás nesta aventura de me terem nas suas vidas!! E eles bem precisaram: era a 1ª gravidez da minha mamã...ela não sabia nada de nada!!! como seria o prato? será que ía ter leitinho? com me dar banhinho?? À medida que o tempo foi passando e as aulas no In Utero avançando, a ansiedade dos meus papás ía diminuindo....a troca de experiências com a Dina, bem como com as outras grávidas, fez com que a minha mãe percebesse que afinal tudo era mais simples do que parecia....e que estava nas mãos dela aproveitar a sabedoria transmitida pela Clara e pela Dina. Ainda me lembro quando regressavamos a casa depois das aulas, e ela punha a mão na minha barriga e dizia: " Ouviste filhota?? Vai ser assim que a mamã vai cuidar de ti!" E o grande dia chegou! A 7 de Junho de 2009, pelas 16h38, aí está mais uma mulher no mundo!!! A verdadeira flor no jardim dos meus pais.Parto eutócico, com epidural, e rápido, rápido!! Nasci com o cordão umbilical à volta do pescoço, mas não me impediu que depois chorasse e desse a grande alegria à minha mamã de me ouvir viva!! A minha mãma portou-se muito bem no parto..e o meu papá também, que ele assistiu e foi o primeiro a pegar e mim, e não mais me largou, até me dar à minha mãma e subirmos para o quarto. Ambos estava muito tranquilos e confiantes, gratos por terem investido nas aulas de preparação para o parto...isso permitiu-lhes usufruirem do momento mágico que foi o meu nascimento. Agora eu......bem, mamei em exclusivo na maminha até aos 4,5 meses...nem sei o que é um bebieron!!! A minha mãma estava bem instruída no que diz respeito ao aleitamento!! Já estou uma crescida, já como papinhas e sopinhas comecei esta semana...como à colher e adoro!! Já durmo no meu quarto sozinha!!! Mando umas fotografias: do dia em que nasci, e outra mais recente...espero que gostem. Beijinho de MUITO OBRIGADA, Isabel, Vitor e Margarida. |
Margarida 7.06.2009 |
| Quando por mero acaso descobrimos o In Utero, por volta das 32 semanas de gravidez, as dúvidas e a ansiedade eram mais do que muitas. Com o início e o decurso das aulas, fomos interiorizando o quão natural é todo o processo que nos conduz ao momento do parto e o quão natural é o parto em si. Todo este percurso fez-nos sonhar e romancear à volta do “nosso momento”, e semana após semana aguardávamos serenamente o despoletar do nascimento do nosso João. Esta serenidade, devemo-la inteiramente à Clara e à Dina... e ao In Utero, considerando também todos os casais que connosco partilharam esta fase das nossas vidas. Às 39 semanas, e quando o sonho estava cada vez mais presente no nosso pensamento, fomos surpreendidos pelo facto de haver pouco líquido amniótico e pelo facto de poder não ser seguro para o bebé continuarmos a aguardar pelo dito momento mágico. O médico propôs-nos induzir o parto 2 dias depois e lá se ia a magia. Sabíamos também que o parto ocorreria nesse dia e que se a indução não resultasse, a nossa gravidez acabaria numa cesariana. Começamos a sentir as pernas a tremer e o chão a fugir-nos... mas só uma coisa nos interessava: abraçar o João. No dia combinado lá fomos, cedinho, para o hospital. Já mais tranquilos, só pensávamos em ter o João nos nossos braços. Claro que nessa altura ainda acreditávamos no sucesso da indução e no parto normal... mas à medida que as horas foram passando, sem que se iniciasse o trabalho de parto, aceitamos com a maior das naturalidades a ida para o bloco. E o João nasceu... às 17:07 h do dia 20 de Maio, com 2,760 kg de peso e 49 cm de comprimento. Hoje sabemos que foi um parto de sonho... não podia ter sido de outra forma. O João é um bebé tão lindo que até esperou pela sua mamã para a primeira mamada e foi assim possível que, por volta das 18:50 h, a família se reunisse, finalmente, nesse momento mágico. Beijinhos e muito obrigados por tudo, Carla e Rui (o João subscreve inteiramente) p.s. os conhecimentos adquiridos no In Utero foram também indispensáveis para os nossos primeiros dias com o João... e correram tão bem... Carla, Rui e João |
João 20 de Maio |
| Quando descobri que estava grávida, tive vontade de abraçar o mundo inteiro! A partir desse momento, todos os meus pensamentos e cuidados voltaram-se para aquele pequeno ser que, apesar de minúsculo, já despertava emoções tão fortes… Sentia-me sublime e grandiosa, como se uma aura invisível me iluminasse dizendo ao mundo que eu carregava vida dentro de mim! Um pedacinho de amor, que um dia teria vida própria… e isso era maravilhosamente assustador! Apesar de optimista e confiante, senti necessidade de procurar uma orientação nesta minha viagem. E as minhas bússolas têm nome: Clara e Dina. Foi com elas que durante várias semanas aprendi a ser uma mãe mais serena e a encarar com muita força de vontade os desconfortos próprios da maternidade. Desconfortos sim e não dores! Ainda tenho a lição na ponta da língua! Fazer parte daquele grupo, trocar experiências e sorrisos cúmplices, foi uma das melhores fases da minha gravidez e, sem que desse pelo passar do tempo, de repente tinha a minha Beatriz nos braços. Na hora H, infelizmente, tivemos de optar por uma cesariana porque a minha pequenina entrava em sofrimento sempre que eu tinha contracções, mas desenganem-se aqueles que pensam que os exercícios respiratórios e de relaxamento só são úteis no parto normal. Foi graças a eles que me mantive calma durante as contracções e os momentos em que a parteira me fazia os “toques”. Estou a adorar ser mamã. A minha Beatriz também ajuda porque é um doce: muito sossegadinha, bem-disposta e meiguinha. Tudo o que aprendi com a Clara e a Dina tem sido muito útil e tenho consciência de que se não fosse o curso, o início da amamentação teria sido muito complicado. Todas as minhas amigas que tiveram bebés na mesma altura que eu estão já a dar leite de farmácia, ou porque tiveram gretas, ou isto ou aquilo, ou porque não aguentaram o facto de o bebé estar tão dependente delas (devo confessar que este argumento me revoltou…mas pronto…são ideias). É com muito orgulho que, sempre que me perguntam, eu digo que SÓ estou a dar peito, nada de suplementos, e a minha filha cresce e engorda que é um consolo! Apesar de ter nascido pequenita, só precisou de dois meses para atingir os percentis normais, o que me deixa muito feliz! É verdade que os primeiros dias são custosos, os mamilos doem e a subida do leite não é fácil, mas depois compensa tudo! Na Lapa, nasceram nove bebés no dia da Beatriz (27/12/08) e ela, apesar de ser a mais pequenita, foi a única que pegou logo no peito. As enfermeiras andavam sempre à minha volta porque as outras mães tiveram peitos encaroçados, mastites, enfim…tudo o que eu temia mas felizmente não aconteceu. A minha filhota também ajudou porque sempre que eu estava aflita com o peito cheio, lá vinha ela mamar e tudo passava. O apoio do papá também foi fundamental não só no dia do parto (foi um querido!), como também nos dias seguintes, pois por ter feito o curso comigo sabia também exactamente o que fazer para ajudar. Muito obrigada por nos ajudarem a ser uns pais 5*! Beijinhos doces Beatriz, Susana e Paulo |
Beatriz 27.12.2008 Meiguinha |
| Comecei a frequentar o Curso no In Utero em meados de Outubro 2008. Eu e a minha mamã, já que ainda estava dentro da barriguinha dela. Eu adorei e a minha mamã também ficou toda contente porque fazia ginástica e assim eu colocava-me mais em posição de nascer e ainda aprendia a fazer os exercícios de respiração que me davam umas lufadas de ar fresco. Ouvi a minha mamã comentar muitas vezes que o curso pré-parto era muito importante porque aprendeu a fazer muitas coisas totalmente ao contrário daquilo que era o senso-comum, ou daquilo que as nossas avós faziam. Depois no dia 13 de Novembro de 2008 cansei-me de nadar dentro da minha mamã e decidi nascer! A minha mamã lembrou-se muito bem dos exercícios que aprendeu para me ajudar a vir cá para fora. E quando saí foi um momento muito emocionante para mim e a minha mamã. ( O meu papá depois de acordar do desmaio também ficou emocionado! Brincadeirinha! Foi muito valente e pelo que ouvi, não largou a mão da minha mamã!) E após um mês e pouco começámos a frequentar o curso pós-parto: com massagens para mim!! Sentia-me nas nuvens sempre que vinha de lá, apesar de durante o curso, às vezes fazer uns chorinhos. E não querem ver que em casa a minha mamã também me fazia as massagens que aprendia nas aulinhas? Sou um sortudo. E para a minha mamã também era bom, porque depois das massagens eu ficava tão relaxado que deixava ela fazer a ginástica, para ajudar a recuperar a boa forma dela. Enfim, a experiência foi muito gratificante do início ao fim: conheci a Dina e a Clara primeiro pelas vozes, depois pessoalmente e nunca me vou esquecer delas. Nem a minha mamã. Obrigado por tudo. Ricky Claúdia e Juliano |
![]() Ricardo 13.11.2008 |
| No dia 26 de Março pelas 14:20, nasci! Depois da primeira contracção pelas 4:30 horas ter interrompido o sono da mamã e a ter deixado em alerta vieram outras primeiro de 20 em 20 minutos e depois mais seguidinhas. Às 7:00 horas a mamã já não conseguia estar deitada e por isso seguindo o plano, tomou um duche de água morna e tomou o pequeno almoço (não há que esquecer...), e o papá levou-nos para o hospital. Por volta das 10:00 horas já as contracções tentavam desafiar a concentração e a respiração da mamã... mas a sua ajuda era preciosa por isso com a ajuda do papá vencemos o desafio até chegar a ajuda da epidural. Depois de algumas horas e muita paciência chegou o tão esperado momento de eu nascer. Segundo o papá e a mamã o momento foi indescritível e eu chorei de imediato e a mamã quando me viu disse: "tanto cabelo!". A preparação para o nascimento que fizemos no In Utero permitiu-nos viver o parto como um momento especial, com as ansiedades e medos controlados, fazendo uso da concentração e respiração treinadas, sabendo esperar, saboreando cada momento sem pressa. Clara e João Paulo |
![]() Carolina 26.03.2008 Sociável |
| Fiz uma valiosa opção quando decidi inscrever-me no curso de preparação para o parto. Desfazem-se muitos mitos e obtêm-se muitas informações que nos ajudam nos primeiros dias depois de sair do hospital em que nos deixam "por nossa conta". Quantas vezes me lembrei das aulas sobre amamentação, sobre o banho do bebé, sobre características que o bebé podia ter e com quais não nos deveríamos assustar... Devo também dizer que no hospital, as equipas de enfermeiras e médicos também ficam muito contentes quando as mamãs vêm de cursos pré-parto, porque os ajudam muito mais e tornam a vida de todos mais simples. Finalmente, uma nota: muitas vezes durante o curso me questionei sobre se os exercícios de respiração e físicos que fazíamos seriam úteis se no fim o parto fosse por cesariana. Pois a mim, que fiz uma cesariana, foram bastante úteis. ajudaram-me a ultrapassar os momentos mais penosos e embora não possa dizer que fui uma valente, tenho consciência que me teria sido bem mais difícil se não tivesse recorrido aos exercícios que tantas vezes treinamos. Por tudo isto, tenho recomendado a todas as grávidas e futuras grávidas que conheço que façam a preparação: só temos a ganhar! Assina uma mamã muito satisfeita! Marta Lima |
![]() Sofia 19.03.2008 Meiga |
| Aproveito já agora para contar a minha experiência... Tive consulta no dia 18 de Janeiro. A obstrecta informou que ja tinha entrado em trabalho de parto. Estava com 4 cm de dilatação, contracções e tinha perdas de sangue. Mandou-me ir ao Campus S. João, fazer um pequeno lanche e passado uma hora entrar pelo Serviço de Urgência. Nunca me imaginei estar com dores para ter um filho e andar no Shopping como se nada fosse!!!??? As dores realmente iam apertando... Entrei nas urgências por volta das 15h45. Ainda aguardei na triagem... Aguardei na urgência de obstetricia... Fui para os cintos... Fui à consulta... Fui novamente observada... Entretanto já tinha 5 cm de dilatação... ... Chegou o momento em que disse que não queria epidural... ... Todos (enfermeiros/médicos) tentaram convencer-me a não o fazer... Mas a minha decisão manteve-se... Fui para o recobro com o meu marido... Contracções de 5 em 5 minutos... Cerca das 17h30 ruptura das membranas... A tentativa de me convencerem a fazer epidural... Contracções de minuto a minuto... Oito centimentros de dilatação... Médica decide avançar... A respiração ajuda... A aflição aperta... O pai a dar força... Laceração do períneo... 18:06... Nasce a Ana Carolina Tivemos alta na Segunda-feira Eu de manhã... e ela à noite, uma vez que esteve na fototerapia desde Domingo de manhã. Agora estamos bem... Tirando as noites.... A Ana dorme de dia... E de noite não deixa os papás dormir! Beijinhos e Obrigada por tudo! Helena Ferraz |
![]() Ana Carolina 18.01.2008 |
| A experiência foi muito gratificante, em todos os aspectos, porque na "hora da verdade" os conhecimentos adquiridos durante o curso são uma mais valia. O convívio com outros casais, a troca de experiências também foi muito bom. A Dina e a Clara foram umas excelentes "professoras" foram incansáveis em todos os aspectos, especialmente no treino das respirações, que na minha opinião foram muito importantes no momento de "dar à luz" o meu bebé! Em resumo, recomendo o curso no "In Utero" a todas as futuras mamãs. Patrícia Monteiro |
![]() Francisco 13.01.2008 Calmo |
| "Olá. Eu sou a Ritinha e tenho dois meses e meio. Sou muito risonha e adoro a minha mamã! A minha mamã tinha receio de não saber cuidar de mim, e eu acho que ela estava com medo do parto... Mas correu tudo muito bem e além disso, ela aprendeu direitinho como cuidar de mim!" Um beijinho para os outros bebés, Rita. "A passagem pelo IN UTERO foi fundamental na minha experiência como mãe. A segurança e a tranquilidade transmitidas pela Dina e pela Clara foram fundamentais no nascimento da Rita! Em 3 minutos tinha a minha filha a sorrir para mim!..." Beijinhos para as mamãs, seus filhotes, e em especial para o IN UTERO. Joana Costa |
![]() Rita 08.01.2008 Sorridente |
| Estávamos à espera do nosso primeiro filho e, como tal, confrontados com todas as dúvidas e incertezas que acompanham esse momento. Na IN Utero, fomos encontrar não só o esclarecimento mas também o reforçar das nossas capacidades enquanto futuros pais e o desmistificar de muitos dos nossos receios. Todos os ensinamentos, conselhos e truques transmitidos bem como o convívio entre as futuras mães e pais durante as aulas de preparação, possibilitaram dissipar ansiedades o que nos deu mais tranquilidade e segurança. Dulcineia Ribeiro e Paulo Ferreira |
![]() Mariana Safira 05.01.2008 Simpática |
| Posso dizer quem sem a vossa ajuda nunca teria conseguido agir como agi após o nascimento da minha filhota, tive na mesma medo (não se iludam aquelas mães que pensam que não o vão ter, como eu), mas tudo me pareceu mais natural … Não precisei de saber na ponta da "boca" a respiração que tanto treinei … porque a minha piquena insistiu ficar bem cá em cima na barriga até à 40ª semana … mas tudo o que foi falado nas aulas eu apliquei … ou pelo menos tentei … Posso dizer-vos que a parte mais difícil de acertar foi o apontar a boquita da minha menina no meu peito … mas após muito esforço lá nos conseguimos entender. Quanto às noites mal dormidas … também as tivemos … mas felizmente que há o ditado que diz que as cólicas só aparecem nos primeiros três meses … porque, acreditem que passada a primeira noite em claro, eu já estava em contagem decrescente para o fim dos três meses. Mas lá passou tudo … fomos fazer as aulinhas das massagens … lá andei eu com o óleo de amêndoas sempre atrás de mim … mas felizmente a regra agora inverteu-se (desenganem-se com os três meses foi a partir dos quatro meses) e são as noites mal dormidas que são excepção às noites bem dormidas. Neste momento, 1 de Setembro, a Ritoca já passou os 9kg … posso dizer-vos que é uma autêntica comilona e mede quase 70 cm … farta-se de dar gargalhadas (e como é bom ouvi-las) … também berra (e quando o faz é bem alto) … e está um espetáculo. Joana Almeida |
![]() Rita |
2010 In Utero
Centro Português de Preparação para o Parto
7Graus